Neste primeiro capítulo, Papert reconhece e enumera algumas das principais diferenças entre pais, filhos e avós, na maneira de encarar as tecnologias.
Este sugere neste capítulo que deve existir uma aprendizagem cooperante entre pais e filhos, de modo a que um possa sucumbir as dificuldades do outro.
Um dos factos que Papert aborda no seu livro, eu observo em casa, pois o meu irmão que neste momento tem 11 anos de idade, percebe muito mais de tecnologias do que a minha mãe, isto acontece na maioria dos lares da nossa sociedade contemporânea. É necessário superar as dificuldades existentes no seio familiar em relação ás tecnologias, que modo a que se possa realizar como deve ser uma aprendizagem familiar.
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