
Com a leitura deste capítulo, conclui que o objectivo de Papert nesta parte do livro é sobretudo sugerir que todos os indivíduos pertencentes a uma família, desde os avós aos netos, podem participar nas actividades desenvolvidas durante o processo de aprendizagem. Pode-se falar então da existência de projectos em família.
Vai-se criar um contexto no qual seja possível encontrar ideias, métodos e modelos criando, também, inspiração para as actividades que venham a ser desenvolvidas pela sua família, quer individual, quer colectivamente, tentando atingir um objectivo em comum mas não final, para que o sucesso da aprendizagem não seja limitado. Papert propôs então três princípios orientadores de projectos:
- suscitar uma atitude de ampliação, desenvolvendo capacidades próprias da competência tecnológica;
- ser uma fonte aplicável de igual forma por crianças (sem que isso signifique que um projecto familiar seja encarado como uma actividade para crianças);
- ter as suas raízes na cultura das crianças, desta forma deve-se trabalhar com elas a partir da sua compreensão, tentando encontrar um modo de a tornar mais rica.
No comments:
Post a Comment